ASCENSÃO PLANETÁRIA

AMIGO LEITOR!!! Nossa missão aqui é apenas de divulgar a "Ascensão" do Planeta Terra e dos seres que nele habitam. Não temos a menor intenção de impor ou convencê-lo de qualquer assunto aqui tratado. Deixamos claro que não se trata de nenhuma seita ou religião e também não discriminamos ninguém, quer seja por raça, partido, opção sexual ou religiosa. A principal intenção é de informar, ao amigo leitor, sobre temas e assuntos que, em nossa opinião, entendo serem tão importantes e necessários, e que num futuro muito próximo, poderá lhe ser útil. Pedimos apenas que use seu discernimento o máximo que puder, meditando, analisando e, por que não dizer, questionando o que aqui vier a ler…. SEJAM TODOS MUITO BEM VINDOS E FIQUEM NA LUZ !!!

Um Roqueiro no Além…

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Raul Seixas se comunica???

Eu tinha um exemplar dele e li duas vezes… mas infelizmente emprestei para algum amigo, porém não me lembro a quem… e aqui faço um apelo: Se for você que está lendo este post… por favor me devolva, pois não há mais disponível para compra… hehehehehehe.

Abaixo segue artigo sobre o livro “UM ROQUEIRO NO ALÉM”… que muitos acreditam ser o espírito de Raul Seixas se comunicando!!!

Gerson

 

Um roqueiro no Além – Raul Seixas se comunica?

Fonte: http://almaespirita.blogspot.com.br/2012/12/um-roqueiro-no-alem-raul-seixas-se.html

 
Francisco Muniz (publicado originalmente na revista Visão Espírita n.° 13 – Ano 2 – Abril.1999)
Aleister Crowler era um escritor e mago inglês que granjeou certa fama nos primeiros anos do século XX com seus livros de poemas bizarros e sobre magia. Excêntrico, denominava a si mesmo “A Grande Besta” do mundo oculto e fundou uma sociedade secreta dedicada ao que se chamava de “mágica sexual”. Sua lua-de-mel, em 1903, foi passada na Câmara do Rei da grande pirâmide do Egito (Gizé). Ele próprio relatou que, ao chegar, com sua mulher, acendera uma vela e começara a ler um encantamento. De repente, uma pálida luz lilás iluminou o aposento, e Crowley continuou a ler, sem a vela. Em 1930, o mago fez uma visita ao escritor português Fernando Pessoa, em Lisboa, dirigindo-se depois à cidade de Cascais, onde “desapareceu misteriosamente” (truque que utilizava para aumentar o interesse sobre si mesmo). Crowley era um dos ídolos do cantor baiano Raul Seixas, que o cita com om “viva!” na composição “Sociedade alternativa”. No início da carreira artística (e durante quase toda a vida), Raul se envolveu com as chamadas ciências ocultas, juntamente com seu parceiro mais habitual, Paulo Coelho, hoje um escritor que faz sucesso com livros que exploram temas esotéricos. Essa “busca da Verdade” fez o cantor enveredar pelos estudos da Bíblia e outros livros sagrados das civilizações orientais, por exemplo, resultando em composições famosas da dupla Seixas-Coelho, como “Gita” e “Eu nasci há dez mil anos atrás”.
*** Em outubro de 1998, o médium, escritor e radialista Nelson Moraes publicou o livro Um Roqueiro no Além, ditado pelo Espírito Zílio. O livro, de apenas 104 páginas, retrata as primeiras sensações de Zílio ao retornar à Pátria Espiritual, desde o torpor pós-morte do corpo até o reconhecimento de espíritos amigos e o trabalho benemerente. Até aí, nada haveria de diferente de outras obras do gênero, a não ser por um detalhe: muitos dos que leram o volume, editado pela Speed Art Editora, de São Paulo, reconheceram no autor espiritual a figura do cantor e compositor Raul Seixas, desencarnado em agosto de 1989 – há quase dez anos, portanto. Um Roqueiro no Além vendeu todos os primeiros dez mil exemplares e já foi tirada uma segunda edição.
A repercussão tem sido das melhores, diz o autor encarnado, revelando que a atriz Nicole Puzzi tenciona transformar a história de Zílio numa peça de teatro. De acordo com o relato de Zílio, através de Nelson Moraes, esse Espírito se ressente – uma vez redescobrindo-se desencarnado e devidamente socorrido pelos amigos da Espiritualidade – do comportamento adotado no plano físico. Como o suposto Raul Seixas, Zílio teria desvirtuado sua programação reencarnatória e, mais grave, propiciado a corrupção de muitos jovens através da apologia à transgressão, ao consumo de drogas e ao descompromisso (“Faz o que tu queres, pois é tudo da lei”, reza um trecho de Sociedade Alternativa).
Seu trabalho na Espiritualidade, então, tem sido, segundo a narrativa do livro, uma tentativa de resgate desses erros, graças à orientação dos amigos reencontrados. “Quase a totalidade das pessoas que leram o referido livro identificaram na figura de Zílio o nosso saudoso Raul Seixas”, informa Nelson Moraes, salientando o convite do jornalista Walther Pedro Alvarenga, da Folha Metropolitana (Grande São Paulo). Após identificar Raul como o verdadeiro autor do livro, esse jornal publicou uma reportagem de Alvarenga sobre a obra de Nelson Moraes. O médium conta que diariamente recebe dezenas de telefonemas de leitores que insistem em ter confirmada a identificação de Zílio com Raul Seixas.
Emoções
Nelson afirma que tem ainda recebido diversas manifestações de leitores que se impressionaram positivamente com o livro. Uma mulher, por exemplo, chorou ao telefone enquanto cumprimentava o médium, relatando seu contentamento em saber que Raul Seixas havia se reequilibrado e vai continuar mandando suas mensagens espirituais. Segundo Moraes, essa moça afirmara que passou a ser espírita a partir da leitura de Um Roqueiro no Além. Outro episódio que teria comovido o médium aconteceu numa oficina mecânica, em São Paulo.
Nelson foi informado de que um homem, que levara um carro para conserto rápido, fora apresentado a um exemplar do livro, enquanto esperava os reparos. Como se trata de uma obra de fácil leitura, esse homem logo se entreteve e, convencido da importância do trabalho para a formação dos jovens, saiu da oficina decidido a comprar dez exemplares, que distribuiu entre adolescentes. As mensagens de Zílio começaram a chegar a Nelson Moraes em março de 1998, primeiro como experimentações, que se efetivaram somente no mês de junho.
As impressões da aproximação do Espírito, porém, já se faziam sentir desde dois anos antes, segundo o médium. “Quando recebi a informação do Espírito de que juntos deveríamos escrever um livro, eu o reconheci imediatamente, fato que deixou-me bastante preocupado, pois se tratava de alguém famoso”, diz Nelson, revelando-se então temeroso, recordando o caso de Humberto de Campos e Chico Xavier. “Esse preocupação”, completa, “acompanhou-me durante o período em que realizava o trabalho de psicografia até quando chegamos ao capítulo em que ele (Zílio) retorna à Colônia-Escola e ali foi recebido pelos espíritos amigos e tratado como Zílio, seu nome numa encarnação anterior. Foi quando minhas preocupações se acabaram. Senti que esse era o nome que deveria ser usado como autor do livro”.
Esperança
“Nas ilusões da vida encontrei a morte! Na realidade da morte descobri a vida!”, teria afirmado Zílio/Raul a Nelson Moraes, que estampou a frase na capa do livro. Em seu relato, Zílio, através de “Felipe”, um dos amigos reencontrados no Além, fica sabendo ser um espírito bastante antigo, cuja história remonta á antiga Lemúria, onde, junto com aqueles que o recebiam na colônia espiritual e vários outros, realizava experimentos macabros de invocação de espíritos inferiores. Eis porque citamos, na abertura desta matéria, o ocultista Aleister Crowley. “No meu entender, quando um espírito esclarecido se manifesta através da mediunidade para a elaboração de um livro, seu principal objetivo é trazer para o plano físico informações que possam ajudar àqueles que ainda estão a caminho”, diz Nelson.
O médium acrescenta que tais informes, sejam embasados em conhecimentos do espírito ou em experiências adquiridas, têm importância pelo conteúdo e não pelo nome que os subscreve. “De minha parte”, esclarece, referindo-se a Um Roqueiro no Além, “devo respeitar a vontade do espírito autor do livro; entretanto, aqueles que o conheceram e eram seus fãs com certeza o identificarão”. Nelson diz esperar que a curiosidade não atrapalhe o leitor a ponto de se perder a essência da mensagem, “que visa principalmente a alertar os jovens com relação aos prejuízos causados pelo uso das drogas”. Ele está certo, porém, de que “esse trabalho causará uma grande repercussão, despertando a curiosidade de pais e principalmente de jovens, contribuindo com o autor espiritual, cujo objetivo é advertir a juventude quanto aos males provocados pelos tóxicos e entorpecentes.
Livro pode ir ao teatro
Nelson Moraes está vinculado ao Espiritismo há 30 anos e edita a revista Fé Espírita, em São Paulo. Segundo ele, sua psicografia deslanchou após um encontro que teve com Divaldo Franco, que o aconselhou a dar publicidade a tudo que recebesse da Espiritualidade. Assim veio a público Autistas do Além, que já se encontra em segunda edição. O escritor também é autor de obras não-psicográficas nas quais aborda a moral cristã do ponto de vista dos princípios doutrinários do Espiritismo, como a infanto-juvenil Os talentos do Tonhão e do Luizinho, os contos de Pedaço de estrela, e Profecias – a verdade vinda do Cosmo.
A mais nova produção de Nelson, o romance intitulado Às margens do Evangelho, ainda no prelo, será lançado durante a Bienal do Livro de São Paulo. Também radialista, terapeuta e médium curador, Nelson conta ser possuidor de um magnetismo muito forte, razão pela qual os processos de cura que realiza têm ação imediata. Segundo ele, a própria atriz Nicole Puzzi, que planeja adaptar Um Roqueiro no Além para o teatro, é uma das beneficiárias de sua atividade mediúnica, desenvolvida nas dependências do Centro Espírita Família Cristã, na capital paulista.
Seria realmente Raul Seixas?
Na “Introdução ao estudo da Doutrina Espírita”, em O Livro dos Espíritos, Allan Kardec chama a atenção para o fato de que, muitas vezes, espíritos inferiores se apresentam com nomes conhecidos e respeitados, admitindo que o controle da verdadeira identidade do autor da mensagem é bem difícil de se realizar, embora seja possível atentar para certos indícios reveladores da personalidade. Um desses indícios é a linguagem, que geralmente corresponde perfeitamente às características do espírito quando encarnado. No caso do Espírito Zílio, manifestado através de Nelson Moraes, de acordo com o médium o próprio missivista tomou o cuidado de não se revelar como Raul Seixas, mas através das impressões deixadas, principalmente quanto à essência do que ditou, deixou transparecer essa personalidade.
O leitor cético, por certo, não dará qualquer crédito aos relatos contidos em Um Roqueiro no Além, mas aquele que duvida pelo menos ficará curioso e o pesquisador sério analisará todos os aspectos em questão. Na mesma “Introdução…”, Kardec cita que “se, pois, a identidade do Espírito evocado pode ser, até certo ponto, estabelecida em alguns casos, não há razão para que ela não o possa ser em outros. E se para as pessoas de morte mais remota não temos os mesmos meios de controle, dispomos sempre daqueles que se referem à linguagem e ao caráter. Porque, seguramente, o Espírito de um homem de bem nunca falará como o de um perverso ou debochado”.
Mais adiante o Codificador, sempre ponderado, afirma: “O nome pelo qual (um espírito) se apresenta é indiferente, e nada mais é, frequentemente, do que um meio para a fixação de nossas ideias”. O que importa, segundo o mestre lionês, é o caráter da mensagem – se o espírito comunicante diz coisas boas, certamente é um espírito bom e não importará que nome tenha.

 

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Autor: Gerson

Este blog foi criado com a intenção de apresentar a ascensão da Mãe Terra e dos seres que nela habitam

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