ASCENSÃO PLANETÁRIA

AMIGO LEITOR!!! Nossa missão aqui é apenas de divulgar a "Ascensão" do Planeta Terra e dos seres que nele habitam. Não temos a menor intenção de impor ou convencê-lo de qualquer assunto aqui tratado. Deixamos claro que não se trata de nenhuma seita ou religião e também não discriminamos ninguém, quer seja por raça, partido, opção sexual ou religiosa. A principal intenção é de informar, ao amigo leitor, sobre temas e assuntos que, em nossa opinião, entendo serem tão importantes e necessários, e que num futuro muito próximo, poderá lhe ser útil. Pedimos apenas que use seu discernimento o máximo que puder, meditando, analisando e, por que não dizer, questionando o que aqui vier a ler…. SEJAM TODOS MUITO BEM VINDOS E FIQUEM NA LUZ !!!

O Amor e a Bondade de DEUS

1 comentário

Não quero aqui induzir ou persuadir o leitor a concordar com o texto publicado abaixo. No entanto, desculpando o trocadilho, o fato é que o Livro de Urantia é um “fato”, e está aqui para ser lido e discernido pelos seres viventes desde planeta. Cada qual que façam suas reflexões e entendimentos a respeito do mesmo, utilizando-o da melhor forma possível.

Sempre que leio o Livro de Urantia, seja um capítulo, uma página ou um pequeno trecho, me sinto muito bem, e apesar de sua complexidade, me parece ser a narrativa que mais se aproxima do que penso e acredito.

Assim, gostaria de compartilhar um trecho do livro que fala do amor e da bondade que DEUS tem pelos seres criados por Ele. Percebam que não há nada de “dízimos”, “trocas”, “sacrifícios”, “castigos” ou “punições” que muitas religiões apregoam por aí.

Boa Leitura…

Gerson

5. O Amor de Deus

 

(38.6) 2:5.1 “Deus é amor” e, consequentemente, a Sua única atitude pessoal para com os assuntos do universo é sempre uma reação de afeto divino. O Pai ama-nos o suficiente para outorgar-nos a Sua vida. “Ele faz o Seu sol se levantar para os maus e para os bons, e Ele envia a chuva aos justos e aos injustos”.

(39.1) 2:5.2 É errado pensar que Deus possa ser persuadido a amar os Seus filhos, por meio de sacrifícios feitos pelos Seus Filhos, ou pela intercessão das Suas criaturas subordinadas, “pois o Pai, Ele próprio, vos ama”. É em resposta a essa afeição paternal que o Pai envia os maravilhosos Ajustadores para residir nas mentes dos homens. O amor de Deus é universal; “todos aqueles que quiserem podem vir”. Ele gostaria “que todos os homens se salvassem pelo conhecimento da verdade”. “Ele não deseja que nenhum homem pereça.”

(39.2) 2:5.3 Os Criadores são os primeiros a tentar salvar o homem dos resultados desastrosos das suas tolas transgressões às leis divinas. O amor de Deus é, por natureza, uma afeição paterna; em consequência, algumas vezes, Ele “nos disciplina, para o nosso próprio bem, para que possamos ser partícipes da Sua santidade”. Mesmo durante as mais duras dentre as vossas provações lembrai-vos de que “em todas as nossas aflições, Ele aflige-se conosco”.

(39.3) 2:5.4 Deus é divinamente bondoso com os pecadores. Quando os rebeldes retornam à retidão, eles são recebidos com misericórdia, “pois o nosso Deus perdoará abundantemente”. “Eu sou Aquele que apaga as vossas transgressões, para o Meu próprio bem, e Eu não me lembrarei dos vossos pecados.” “Atentai para a forma de amor que o Pai nos dedica, a nós, para que fôssemos chamados de filhos de Deus.”

(39.4) 2:5.5 Afinal, a maior evidência da bondade de Deus e a suprema razão para amá-Lo é a dádiva do Pai, que reside em cada um de vós — o Ajustador, que tão pacientemente aguarda a hora em que ireis, ambos, transformar-vos em um, eternamente. Embora não possais encontrar Deus procurando-O, se vos submeterdes ao guiamento do espírito residente, sereis guiados, passo a passo e vida por vida, sem erros, de universo em universo, de idade em idade, até que estejais finalmente em presença da personalidade do Pai Universal no Paraíso.

(39.5) 2:5.6 Quão pouco razoável é que não adoreis a Deus, porque as limitações da natureza humana e os impedimentos da vossa constituição material fazem com que, para vós, seja impossível vê-Lo. Entre vós e Deus há uma distância imensa (de espaço físico) a ser percorrida. Da mesma forma, existe um grande abismo de diferenças espirituais a ser atravessado; mas, apesar de tudo o que vos separa, física e espiritualmente, da presença pessoal de Deus no Paraíso, parai e ponderai sobre o fato solene de que Deus vive dentro de vós, e de que, a Seu modo, Ele já venceu a separação. Ele enviou a Si próprio, o Seu espírito, para viver dentro de vós e para lutar arduamente, do vosso lado, na busca dos objetivos da vossa carreira eterna.

(39.6)2:5.7 Eu acho fácil e agradável adorar a alguém que é tão grande e, ao mesmo tempo, tão afeiçoadamente devotado ao ministério sagrado da elevação das Suas criaturas humildes. Naturalmente eu amo a quem é tão poderoso, para com a criação e o seu controle, e que, além do mais, é tão perfeito na bondade e tão fiel e gentil no Seu amor, que constantemente nos abriga na sua sombra. Eu penso que amaria a Deus da mesma forma, não fosse Ele nem tão grande nem poderoso, desde que fosse tão bom e misericordioso. Todos nós amamos ao Pai, mais por causa da Sua natureza do que pelo reconhecimento dos Seus atributos assombrosos.

(39.7) 2:5.8 Quando eu observo os Filhos Criadores e os seus administradores subordinados lutando tão valentemente com as múltiplas dificuldades do tempo, inerentes à evolução dos universos do espaço, descubro que tenho uma grande e profunda afeição por esses dirigentes menores dos universos. Afinal, penso que todos nós, incluindo os mortais dos reinos, amamos o Pai Universal e todos os outros seres, divinos ou humanos, porque discernimos que essas personalidades nos amam verdadeiramente. A experiência de amar, em muito, é uma resposta direta à experiência de ser amado. Por saber que Deus me ama, eu deveria continuar a amá-Lo supremamente, ainda que Ele fosse despojado de todos os Seus atributos de supremacia, ultimidade e absolutez.

(40.1) 2:5.9 O amor do Pai acompanha-nos, agora e em todo o círculo interminável das idades eternas. Ao ponderardes sobre a natureza amorosa de Deus, apenas uma reação razoável e natural surge na personalidade: amareis cada vez mais o vosso Criador; ireis dedicar a Deus uma afeição análoga àquela dedicada por uma criança a um pai terreno; pois, como um pai, um pai real e verdadeiro ama aos seus filhos, do mesmo modo o Pai Universal ama e para sempre busca o bem-estar dos Seus filhos e filhas criadas.

(40.2) 2:5.10 Mas o amor de Deus é uma afeição paterna inteligente e que sabe prever. O amor divino funciona em associação unificada com a sabedoria divina e todas as outras características infinitas da natureza perfeita do Pai Universal. Deus é amor, mas o amor não é Deus. A maior manifestação do amor divino pelos seres mortais é constatada por meio da dádiva dos Ajustadores do Pensamento, mas a vossa maior revelação do amor do Pai vem da vida de doação do Seu Filho Michael, que viveu auto-outorgado na Terra a vida espiritual ideal. É o Ajustador residente que individualiza o amor de Deus em cada alma humana.

(40.3) 2:5.11 Algumas vezes, chego quase a ficar atormentado ao ser compelido a descrever a afeição divina do Pai celeste pelos Seus filhos do universo, empregando um símbolo verbal humano: amor. Esse termo, ainda que tenha a conotação do mais alto conceito humano das relações mortais de respeito e devoção, com tamanha freqüência, é designativo de relações humanas tão totalmente ignóbeis, que não são merecedoras de serem conhecidas por qualquer palavra que seja também usada para indicar a afeição, sem par, do Deus vivo, pelas criaturas do Seu universo! É uma infelicidade eu não poder fazer uso de algum termo superno e exclusivo que transmita à mente do homem a verdadeira natureza, e a delicada beleza do significado da afeição divina, do Pai do Paraíso.

(40.4) 2:5.12 Quando o homem perde de vista o amor de um Deus pessoal, o Reino de Deus passa a ser meramente o reino do bem. Não obstante a unidade infinita da natureza divina, o amor é a característica dominante de todas as relações pessoais de Deus com as Suas criaturas.

 

6. A Bondade de Deus

 

(40.5) 2:6.1 No universo físico podemos ver a beleza divina, no mundo intelectual é-nos possível discernir a verdade eterna, mas a bondade de Deus é encontrada somente no mundo espiritual da experiência religiosa pessoal. Na sua verdadeira essência, a religião é a fé feita de confiança na bondade de Deus. Para a Filosofia, Deus poderia ser grande e absoluto e, de algum modo, até inteligente e pessoal; mas, para a Religião, é necessário também que Deus seja moral; Ele deve ser bom. O homem poderia temer a um Deus grande, mas ama e confia apenas em um Deus de bondade. Essa bondade é parte da personalidade de Deus, e a Sua plena revelação surge apenas na experiência religiosa pessoal dos filhos que crêem em Deus.

(40.6) 2:6.2 A religião requer que o supramundo da natureza do espírito seja conhecedor das necessidades fundamentais do mundo humano e que seja sensível a elas. A religião evolucionária pode tornar-se ética, mas apenas a religião revelada é moral e espiritual de um modo verdadeiro. O conceito antigo de que Deus é uma Deidade dominada por uma moralidade majestática foi elevado por Jesus até aquele nível afetuoso e tocante da moralidade familiar íntima, própria da relação pai-filho. E, na experiência mortal, não há nenhuma relação mais terna e bela.

(41.1) 2:6.3 A “riqueza da bondade de Deus leva o homem que errou ao arrependimento”. “Toda a boa dádiva e toda a dádiva perfeita vêm do Pai das luzes.” “Deus é bom; Ele é o refúgio eterno das almas dos homens.” “O Senhor Deus é misericordioso e pleno de graças. Ele é paciente e abundante, em bondade e em verdade.” “Provai e vede como o Senhor é bom! Abençoado seja o homem que confia Nele.” “O Senhor é cheio de graça e de compaixão. Ele é o Deus da salvação.” “Ele alivia o coração dos infelizes e cura as feridas da alma. Ele é o Benfeitor Todo-Poderoso do homem”.

(41.2) 2:6.4 O conceito de um Deus rei-juiz, ainda que haja colaborado para desenvolver um padrão elevado de moralidade e criado um povo respeitador das leis enquanto grupo, deixava o indivíduo crente em uma posição triste, de insegurança com relação ao próprio status no tempo e na eternidade. Os profetas hebreus, mais recentes, proclamaram Deus como um Pai para Israel; Jesus revelou Deus como o Pai de cada ser humano. Todo conceito que os mortais fazem de Deus foi transcendentalmente iluminado pela vida de Jesus. O altruísmo é inerente ao amor paternal. Deus ama, não à maneira de um pai, mas como Pai. Ele é o Pai, no Paraíso, de todas as personalidades do universo.

(41.3) 2:6.5 A retidão indica que Deus é a fonte da lei moral do universo. A verdade exibe Deus como um Revelador, como um Mestre. Mas o amor dá afeto e anseia por afeto, procura a comunhão compreensiva, tal como existe entre pai e filho. A retidão pode ser própria do pensamento divino, mas o amor é a atitude de um pai. A suposição errônea de que a retidão de Deus fosse irreconciliável com o amor altruísta do Pai celeste, pressupôs a ausência de unidade na natureza de Deus e levou diretamente à elaboração da doutrina da expiação, que é uma violentação filosófica tanto da unidade, quanto do livre-arbítrio de Deus.

(41.4) 2:6.6 O Pai celeste afetuoso, cujo Espírito reside nos Seus filhos da Terra, não é uma personalidade dividida — uma, a da justiça, e outra, a da misericórdia. E também Ele não requer um mediador para assegurar o seu favorecimento ou o perdão de Pai. A retidão divina não é dominada pela estrita justiça de retribuição; Deus, enquanto um Pai, transcende Deus, enquanto juiz.

(41.5) 2:6.7 Deus nunca é irado, vingativo ou enraivecido. É verdade que a sabedoria, muitas vezes, restringe o Seu amor, assim como a justiça condiciona a Sua misericórdia rejeitada. O Seu amor pela retidão não pode evitar que, com a mesma intensidade, seja manifestado como ódio ao pecado. O Pai não é uma personalidade incoerente; a unidade divina é perfeita. Na Trindade do Paraíso há uma unidade absoluta, a despeito das identidades eternas dos coordenados de Deus.

(41.6) 2:6.8 Deus ama o pecador e odeia o pecado: tal afirmação é verdadeira filosoficamente; contudo, Deus é uma personalidade transcendental, e as pessoas apenas amam e odeiam às outras pessoas. O pecado não é uma pessoa. Deus ama o pecador porque ele é uma realidade de personalidade (potencialmente eterna), enquanto, em relação ao pecado, Deus não assume nenhuma atitude pessoal; pois o pecado não é uma realidade espiritual, não é pessoal; portanto, apenas a justiça de Deus toma conhecimento da existência dele. O amor de Deus salva o pecador; a lei de Deus destrói o pecado. Essa atitude da natureza divina mudaria, aparentemente, se o pecador afinal se identificasse completamente com o pecado, da mesma forma que a mente mortal pode também se identificar totalmente com o espírito Ajustador residente. Um mortal, assim identificado com o pecado, tornar-se-ia então inteiramente não-espiritual, na sua natureza (e, portanto, pessoalmente irreal), e por fim experimentaria a extinção do seu ser. A irrealidade, e mesmo a incompletude da natureza da criatura, não pode existir para sempre, em um universo progressivamente mais real e crescentemente mais espiritual.

(42.1) 2:6.9 Perante o mundo da personalidade, Deus é descoberto como uma pessoa de amor; perante o mundo espiritual, Ele é o amor pessoal; na experiência religiosa, Ele é ambos. O amor identifica o arbítrio volitivo de Deus. A bondade de Deus permanece no cerne do livre-arbítrio divino — a tendência universal para amar manifesta misericórdia, demonstra paciência e ministra o perdão.

 

 

 

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Autor: Gerson

Este blog foi criado com a intenção de apresentar a ascensão da Mãe Terra e dos seres que nela habitam

Um pensamento sobre “O Amor e a Bondade de DEUS

  1. Gerson dizes que no livro Livro de Urantia “Deus é amor” é bom ouvir-te 😀

    De facto não conhecia tais ensinamentos, mas vem muito de encontro com o curso que eu estudo e realizo há 7 anos. A diferença está que devido aos seus 365 exercícios, muda as sinapses do nosso cérebro de modo a pensarmos e a sairmos da armadilha do pensamento obsoleto do cristianismo e outras religiões e culturas.

    É por isso que se diz que o curso em milagres, não é cristão embora use terminologia cristã como forma de corrigir nossas crenças inconscientes. E claro se são inconscientes não sabemos o que la está a não ser vendo-as projetadas no nosso exterior. Segundo o curso a Existência é de fato seletiva, escolhendo quem lhe dá jeito para os seus propósitos. O curso é omniabarcante, não excluindo ninguém por muitos erros e não pecados que tenha cometido.

    A diferença que vejo entre estes dois ensinamentos é que o Livro de Urantia diz que ama o pecador não o pecado, ou ato.
    O curso diz que o fato de existir a crença que há pecado, essa crença inconsciente exige punição mesmo que inconsciente. Por isso muita gente não compreende porque é que há tanta injustiça no mundo e isso vê-se nas crianças que são abusadas sexualmente. Como é que uma criança pode ter pecado se ainda não teve tempo de o aprender? O curso diz que nos já nascemos formatados com essa tal culpa inconsciente sejamos crianças ou não, e atraímos para nós situações de ataque, pois pecado exige punição.

    Então o curso diz que não há pecado porque não há culpados. Existe um sistema de pensamento que se auto-alimenta do medo de todos nós e que atrai quem esta em ressonâncias mesmo que inconscientes iguais. Eu posso ser uma pessoa maravilhosa e praticar só o bem, mas se no meu inconsciente eu achar que não sou merecedora de amor, atrairei para mim faltas de amor, refletidas de muitas formas, abuso psicológico, físico, moral, cívico, etc. Posso até passar de uma atitude de não descriminação a uma de descriminação absoluta como a homossexualidade, religiões, etc. Não faltam exemplos no mundo do sistema de pensamento a que o curso chama de ego. Isto é pensamento que achamos estar separados da Fonte ou Deus que é Amor perfeito e por isso pensamos que merecemos a punição.

    A meta final do curso é atingir a paz que é a ausência total de conflito tanto interno entre o que pensamos e sentimos como externo o que vemos, ou percebemos ver.

    O curso também fala do perdao mas é um perdao que no meu caso demorei 6 anos a aprender. Não é o perdão que o mundo conhece de que te perdoo porque sou mais boazinha que tu isso é um mito, porque na melhor oportunidade la estamos a cobrar o “jeito” que demos na altura.

    O perdão que eu pratico e a muito custo em primeiro lugar é a não reagir a provocações, verbais, a não ser que a minha integridade física esteja em causa tipo queiram-me violar ou qualquer coisa do género. É não discutir filosofias, crenças, valores, e aceitar cada um como é e como está no seu momento de evolução. Acima de tudo Respeito pelas diferenças, não entrar em atritos. Há uma lição que diz preferes ter razão ou ser feliz?

    Depois visualiza-se o que se sonha em sonhos noturnos com o que parece acontecer durante o dia. Este casamento hermético se é que se pode chamar de alguma forma, o que está em cima está em baixo, permite que a mente libere as imagens e a Verdade, ou Espirito entre no local santo ou mente e em vez de criar o conflito, gera paz, amor, alegria.

    Isto é claro a minha experiência de muito auto-estudo e física, já como diz o Livro de Urantia mas a bondade de Deus é encontrada somente no mundo espiritual da experiência religiosa pessoal. O curso não é só teórico como pratico. Diz assim uma teologia universal é impossível mas uma experiencia universal não só é possível como necessária. Não pretendo divulgar o curso, apenas partilhar a imensa paz que me tem trazido desde que o pratico.

    Risete

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