ASCENSÃO PLANETÁRIA

AMIGO LEITOR!!! Nossa missão aqui é apenas de divulgar a "Ascensão" do Planeta Terra e dos seres que nele habitam. Não temos a menor intenção de impor ou convencê-lo de qualquer assunto aqui tratado. Deixamos claro que não se trata de nenhuma seita ou religião e também não discriminamos ninguém, quer seja por raça, partido, opção sexual ou religiosa. A principal intenção é de informar, ao amigo leitor, sobre temas e assuntos que, em nossa opinião, entendo serem tão importantes e necessários, e que num futuro muito próximo, poderá lhe ser útil. Pedimos apenas que use seu discernimento o máximo que puder, meditando, analisando e, por que não dizer, questionando o que aqui vier a ler…. SEJAM TODOS MUITO BEM VINDOS E FIQUEM NA LUZ !!!


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O Futuro… será?

De tempos em tempos, a Microsoft apresenta a sua visão do futuro. Elas sempre envolvem interações por toque, telas enormes e até alguns dispositivos dobráveis.

Desta vez, a empresa incorporou alguns gadgets que vêm se popularizando nos últimos anos, como impressoras 3D e smartwatches.

O vídeo procura responder à pergunta: “como as tecnologias emergentes podem transformar a forma como fazemos nossas tarefas em 5 a 10 anos no futuro?”

Assista ao vídeo…

 

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Leiam isto…

 

Sem querer fazer juízo de valor, acredito que esta notícia é por demais importante para o atual momento do planeta.

Fiquem na LUZ !!!

 

Como um engenheiro do Facebook se tornou responsável por decidir o que você lê na internet

Imagens 'roubadas' e reutilizadas no Facebook podem configurar crime (Foto: Reprodução)

Com apenas 26 anos, Greg Marra, engenheiro do Facebook, é capaz de decidir o que um bilhão de pessoas leem diariamente no mundo inteiro. Marra é o responsável pelo algoritmo que a rede social utiliza para decidir que conteúdos terão prioridade no “feed de notícias” dos usuários – usuários estes que compõem cerca de 20% da população mundial.

Segundo Emily Bell, diretora do Tow Center for Digital Journalism da Universidade de Columbia, o automatismo coordenado por Marra o tornou “o executivo de mídia mais poderoso do mundo”.

Cerca de 30% de todo o consumo de notícias nos Estados Unidos passa pelo Facebook. Nas áreas urbanas do Brasil o número chega a 67%, de acordo com um relatório de 2014 do Instituto Reuters da Universidade de Oxford.

Das 950 milhões de visualizações de vídeos que o BuzzFeed alcança mensalmente, apenas 5% são originadas pelo próprio site. A maior parte, com protagonismo do Facebook, vem de outras plataformas digitais.

“Nem todo mundo sabe que por trás do que é lido no Facebook, ou mostrado no Google, há um algoritmo que decide tudo. É necessário que as pessoas saibam que há um viés”, explicou a professora de ciência da computação da Universidade de Illinois, Karrie Karahalios.

Greg Marra, o editor mais poderoso do mundo

Marra, um especialista em robótica que às vezes se apresenta nos escritórios do Facebook vestido como Super Mario e diz não se preocupar com o lado editorial de seu trabalho, se autodefine como uma pessoa apaixonada por “criar coisas que ganham vida por si mesmas”.

A carreira de Marra não está focada em jornalismo ou estudos da comunicação de massa, mas seu poder é tanto que se mudasse a configuração do sigiloso algoritmo do Facebook, algo que a empresa já experimentou, poderia afetar o comportamento na vida de cada pessoa.

Leia também:
>>> Facebook manipulou newsfeed de 600 mil usuários para realizar experimento científico

Segundo a revista “Mother Jones”, nas eleições presidenciais americanas de 2012, o Facebook modificou o “feed de notícias” de dois milhões de usuários, o que gerou maior participação eleitoral. Em outros testes, a empresa tentou provar se é possível “contagiar emocionalmente” com otimismo usando notícias positivas.

Marra chamou a atenção do Vale do Silício em 2008, ao criar uma rede de robôs capaz de convencer de maneira autônoma usuários do Twitter de carne e osso. As máquinas conseguiam interagir com as pessoas e persuadi-los a serem seus seguidores.

O talento e o perfil de Marra são o expoente mais claro de uma tendência que vem se tornando norma: empresas de tecnologia decidem o consumo de notícias e robôs desempenham o papel de editores, uma profissão cada vez mais desvalorizada.

“A maneira que o algoritmo do Facebook funciona não é totalmente transparente”, explicou Karahalios, que reconhece que a estrutura do sistema de blindagem da rede social só é conhecido por alto.

Segundo ele, isso é muito delicado pela cada vez maior vontade da empresa de se tornar uma plataforma de propaganda.

Karahalios considera que, além do algoritmo, que analisa milhares de variáveis, o poder do Facebook reside na enorme quantidade de dados que podem ser processados e submetidos a técnicas de “machine learning”, a lógica de programação por trás da inteligência artificial.

 

Leia também: O Facebook te conhece melhor do que sua mãe e só precisa analisar 150 de seus curtir para isso.

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Fonte Original: http://revistagalileu.globo.com/Tecnologia/Internet/noticia/2015/02/como-um-engenheiro-do-facebook-se-tornou-responsavel-por-decidir-o-que-voce-le-na-internet.html


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“Os Caçadores de Espécies e o Símbolo Secreto”

Ficção científica rodada em Curitiba sairá em DVD nos Estados Unidos

Ciências ocultas, teorias conspiratórias, sociedades secretas, física quântica, alienígenas, misticismo e Curitiba. Esses são os ingredientes de “Os Caçadores de Espécies e o Símbolo Secreto”, longa independente de ficção científica que passou por festivais nos Estados Unidos, França, Portugal, México, Uruguai, Argentina, Chile e Índia.

O produtor Ruy Marques como o alienígena ALSET em “Os Caçadores de Espécies e o Símbolo Secreto”

“O lugar onde o filme arranjou mais dificuldade para ser distribuído foi no próprio Brasil”, disse ao UOL Ruy Marques, produtor do filme, que será lançado em DVD nos EUA pela produtora norte-americana Grail Films. “Foi muito mais difícil mesmo [no Brasil]. A ficção científica atrai grande interesse internacional, mas no Brasil esse gênero de cinema é particularmente esnobado”, afirma. A distribuição por meio de DVDs está prevista para acontecer simultaneamente no Brasil e nos Estados Unidos no início de 2015.

Em “Caçadores de Espécies”, o Exército brasileiro tenta recriar em um navio o “Projeto Filadélfia”, suposto experimento naval de campo unificado no qual os EUA teriam feito uma embarcação desaparecer. Mas o projeto tupiniquim acaba afetando a estabilidade do planeta, fazendo com que Deus intervenha, enviando um representante alienígena à Terra. Cabe então à equipe de Caçadores de Espécies desvendar a linguagem dos deuses em símbolos secretos e salvar a humanidade.

“Caçadores de Espécies” traz a participação especial do escritor suíço Erich Von Daniken, autor do livro “Eram os Deuses Astronautas?”, que postula que alienígenas interferem na civilização humana desde a pré-história e que as divindades das principais religiões eram, na realidade, extraterrestres de tecnologia avançada. “Foi extraordinário ele querer participar, nem o Spielberg convidou ele”, diz Marques, que ressalta que o início do filme conta com depoimentos de cientistas e religiosos sobre vida extraterrestre. “

“Nossa proposta foi reunir depoimentos da ciência e da religião. O padre que consultamos da Catedral de Curitiba precisou se reportar ao Vaticano antes de nos dar a declaração no filme”, falou Marques, que também assina o roteiro. 

Curitiba, cidade secreta

Marques conta que a própria história oculta de Curitiba ajudou na formação do roteiro. O longa possui trechos em túneis subterrâneos que datam da Primeira Guerra e da Segunda Guerra Mundial –usados pelos imigrantes alemães e italianos como refúgio–, assim como gravações em um cemitério da cidade, que possui uma pirâmide repleta de hieroglifos. “É uma cidade cheia de sinais maçônicos e símbolos secretos. A ufologia é o carro-chefe, mas pesquisamos tudo isso para o roteiro. Tivemos também o objetivo de retratar pontos turísticos da cidade de Curitiba, como o porto de Paranaguá e a serra do mar”.

Marques ainda diz que houve preocupação em inserir no roteiro fatos reais. “Tivemos grande preocupação em embasar tudo na realidade. As naves extraterrestres construídas digitalmente para o filme foram embasadas em documentos reais da Força Aérea Brasileira, hoje disponibilizados no arquivo nacional”, diz.

Segundo ele, o design do alienígena que vem à Terra –interpretado por ele próprio– foi inspirado em diversas mitologias. “Além dos olhos brancos de Zeus, ele usa um cajado que, ao centro, tem um leão, simbolizando Jesus, o Leão da tribo de Judá. Já a marca em seu rosto é o Olho de Hórus egípcio. Ele ainda usa uma roupa de monge com um circumponto em seu peito, o primeiro símbolo de Deus. O alienígena tem o nome de ALSET anagrama de Nikola Tesla, um dos maiores inventores de todos os tempos.”

O produtor e ator conta que levou três anos para fazer “Os Caçadores de Espécies”, mas faz mistério sobre o valor necessário para financiar o longa. “Mas foram nós mesmo que bancamos”, diz Marques.

Ufólogo há 20 anos, o produtor disse que o filme tentou incorporar muito da tradição brasileira da ufologia, assim como o tema do próximo filme de “Os Caçadores de Espécies”: a “Operação Prato”, na qual a Força Aérea Brasileira teria tido contato com óvnis durante os anos 1970.

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Fonte: http://cinema.uol.com.br/noticias/redacao/2014/11/04/ficcao-cientifica-rodada-em-curitiba-saira-em-dvd-nos-estados-unidos.htm


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Guerra nas Estrelas ?

O programa espacial secreto dos EUA

Por Salvador Nogueira – Blog Mensageiro Sideral

Salvador Nogueira é jornalista de ciência e autor de oito livros, dentre os quais “Extraterrestres”, “Rumo ao Infinito”, “Conexão Wright-Santos-Dumont” e dois volumes da Coleção Explorando o Ensino (MEC), sobre astronomia e astronáutica. É sócio-fundador da Associação Aeroespacial Brasileira e ainda espera que o Brasil leve algo ao espaço com veículo lançador próprio. Enquanto isso, torce para que a humanidade volte à Lua e faça uma visita a Marte durante seu tempo de vida.

16/10/2014

Muita gente ficou agitada com o retorno de um miniônibus espacial não-tripulado americano, o X-37B, após quase dois anos numa misteriosa missão em órbita. O que ele estaria fazendo lá? Bem, as respostas exatas estão escondidas em alguma pasta marcada como “top secret” nos arquivos do governo, mas já sabemos algumas coisas. A mais clara delas é que os Estados Unidos têm um avançado programa espacial militar, de natureza confidencial. E eles estão se preparando para futuras guerras no espaço.

Imagem do X-37B na base de Vanderberg, na Califórnia, após sua segunda missão.

Sua gestão fica sob os auspícios do Comando Espacial da Força Aérea americana, que desde 1999 tem a obrigação de estar pronto, caso requerido, a aplicar força além da atmosfera terrestre — conceito definido como a habilidade de realizar operações de combate no espaço, a fim de influenciar o curso e o desfecho de um conflito.

Essa nova diretriz, formulada pelo Departamento de Defesa americano ainda no governo Clinton, ganhou força com seu sucessor, George W. Bush, sobretudo após o 11 de setembro de 2001, e desde então não vimos nenhum sinal de arrefecimento. Naquela época, o Comando Espacial julgava razoável o estabelecimento de novas tecnologias de armamento espacial para uso a partir de 2010 e além. Pois bem. Não sei se você reparou, mas nós já passamos dessa data.

Pode apostar que o X-37B se encaixa nesses planos. Originalmente desenvolvido em 1999 pela gigante aeroespacial Boeing para a Nasa (agência espacial que cuida do programa civil americano), ele foi transferido para a DARPA (Agência de Projetos de Pesquisa Avançados de Defesa) em 2004 e ganhou o status de “classificado”, além de ter sofrido modificações (o original, para uso civil, se chamava apenas X-37).

Esta foi a terceira e mais longa das missões realizada pelos dois veículos X-37B da Força Aérea americana. A primeira (OTV-1), conduzida em 2010, durou 224 dias. A segunda (OTV-2), iniciada em 2011, consumiu 469 dias. A atual (OTV-3) bateu todos os recordes. Já são 22 meses no espaço. No lançamento, em 11 de dezembro, a Força Aérea dizia que a duração do voo seria de nove meses. O que o X-37B ficou fazendo lá em cima afinal?

Embora não diga o que é, o Comando Espacial já disse o que não é: os militares afirmam que não houve nenhum teste de armamento espacial durante a missão. Ou seja, felizmente ainda não chegamos na era “Guerra nas Estrelas” (não custa lembrar, mas, mesmo no auge da rivalidade entre americanos e russos, ninguém até hoje ousou dispor plataformas armadas no espaço).

Contudo, os militares americanos acreditam que essa era não tardará a chegar. A atual doutrina de defesa ianque considera a militarização do espaço inevitável, por uma razão muito simples: compensação assimétrica. Com armas no espaço, até mesmo um país meio pé-rapado militarmente poderia afundar os poderosos porta-aviões que sustentam o poderio militar americano no planeta. Ou seja, em vez de precisar de porta-aviões similares (e caríssimos) para estabelecer o equilíbrio de forças, uma nação inimiga poderia optar por um caminho diferente (e potencialmente mais barato) para chegar a esse objetivo.

Em 2001, o então major Austin Jameson, da Força Aérea americana, escreveu um artigo falando sobre as capacidades do X-37 e, em um dos capítulos, ele se pergunta logo no título: “Será o espaço o próximo Pearl Harbor?”

É uma referência ao ataque japonês que impulsionou os Estados Unidos à Segunda Guerra Mundial, em 7 de dezembro de 1941. E não é uma ideia infundada. A dependência americana de satélites-espiões para inteligência e de infraestrutura espacial de telecomunicações para comando e controle os torna alvos preferenciais num conflito. Até porque, no momento, esses equipamentos estão indefesos.

QUEM ATACARIA?
Durante a Guerra Fria, talvez fizesse sentido se preocupar com ataques a satélites, caso soviéticos ou americanos decidissem que era hora de iniciar o apocalipse. Mas no mundo de hoje?

Bem, a China fez o favor de confirmar a tese americana de que a escalada da militarização espacial era inevitável em 2007, quando usou um míssil para detonar em órbita um velho satélite meteorológico pertencente a seu próprio país. Foi um recado. “Nós, se quisermos, podemos atacar seus preciosos satélites.”

Imagem mostra as órbitas individuais dos cacarecos que sobraram do satélite chinês um mês após a detonação. Um bocado de lixo espacial.

Em 2008, os americanos deram o troco e destruíram um satélite-espião não funcional. Alegaram que ele podia acabar caindo sobre regiões povoadas com um tanque cheio de hidrazina — combustível tóxico. Mas é balela. O risco era mínimo. Foi para medir forças e mandar o seu recado também.

Ou seja, se em algum momento o pau comer com certeza teremos ataques a satélites.

É aí que o X-37B parece ter seu apelo. Não é nem pela habilidade fartamente demonstrada na atual missão de permanecer muito tempo no espaço. Mas é pela facilidade com que ele pode ser lançado e depois retornar à Terra com a mesma flexibilidade e rapidez.

Um dos pré-requisitos dos ônibus espaciais da Nasa, aposentados em 2011, mas criados na década de 1970, era a capacidade de dar apenas uma volta na Terra, em cerca de 90 minutos, e então regressar a uma pista de pouso convencional em solo americano. O requerimento foi estabelecido pela Força Aérea e tem uso tático óbvio, não só para o ataque a satélites, como para a defesa.

Não há razão para crer que o X-37B seja menos capaz. Na verdade, por ser mais simples e não-tripulado, ele deve ser ainda mais versátil.

Pela órbita em que estava em sua última missão, o veículo provavelmente realizou tarefas de observação da Terra. Ou seja, agiu basicamente como satélite-espião, além de testar a durabilidade de suas partes durante uma longa missão no espaço. Especula-se que ele também tenha produzido imagens de outros satélites no espaço, uma forma nova de vigilância que tem tudo a ver com o crescimento da militarização espacial.

O FUTURO
Ao analisar o X-37 em 2001, o major Jameson destacou que ele poderia ser útil nas quatro vertentes de uso ensejadas pela Força Aérea no espaço: incremento de força, apoio espacial, controle espacial e aplicação de força.

Concepção artística do X-37, na época em que o projeto ainda era civil e da Nasa.

Como incremento de força, o veículo poderia oferecer inteligência e reconhecimento de terreno (função de satélite-espião), comunicações e meteorologia. Parece ter sido essa a principal vertente da atual missão, embora os dados sejam estritamente classificados e o Mensageiro Sideral não tenha acesso a nenhum cagueta no estilo “Garganta Profunda”.

No apoio espacial, o X-37 poderia ser usado para levar satélites ao espaço ou mesmo recuperar satélites danificados — um perfil de missão que já existia para os ônibus espaciais da Nasa, até o acidente com o Challenger, em 1986.

Como elemento de controle espacial, ele poderia ter papéis ofensivo (prejudicando o funcionamento de satélites inimigos e mesmo os destruindo) e defensivo (monitorar o ambiente espacial e detectar ataques a satélites, evitando-os).

Finalmente, como aplicação de força, ele poderia ser usado para atacar alvos terrestres. “O X-37 é bem conveniente para transportar uma carga útil de aplicação de força para o espaço em um prazo rápido. Equipadocom armas de precisão como mísseis hipersônicos guiados por laser ou GPS, o X-37 pode ser instado a lançar essas armas para atacar alvos no meio do território inimigo sem risco para vida humana”, escreveu Jameson, que em seu artigo deu uma pista do que podemos esperar para o futuro do programa.

“Teoricamente, a Força Aérea poderia ter vários esquadrões de X-37 dispostos nas costas leste e oeste dos Estados Unidos, preparados e prontos para atender aos requerimentos do comandante”, apontou.

HOJE SÓ AMANHÃ
Ainda estamos longe disso. A Força Aérea só tem dois X-37B, e suas missões até agora — incluindo esta última — são testes tecnológicos mais que qualquer outra coisa. A ideia é testar, pouco a pouco, a versatilidade do veículo e confirmar as teses que eram levantadas no início do século quanto à sua potencial utilidade.

Enquanto isso, em 2011 a Boeing anunciou planos para desenvolver uma variante maior do X-37B, o X-37C. Maior, ele seria capaz de transportar até seis astronautas em sua área de carga. A atual versão tem o tamanho de uma caminhonete e não suporta tripulantes.

Na guerra ou na paz, uma coisa é certa: esta não será a última vez que você ouvirá falar da escalada militar americana no espaço.

Há de se admirar a proficiência técnica. Mas, se eu falar que isso tudo não me assusta, é mentira. Como já apontava no meu livro “Rumo ao Infinito”, em 2005, um conflito em órbita poderia efetivamente encerrar a era espacial, envolvendo a Terra numa intransponível camada de lixo. Dez anos depois, parece que estamos ainda mais perto de enfrentar esse drama. Tomara que não cheguemos lá.

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Fonte: http://mensageirosideral.blogfolha.uol.com.br/2014/10/16/o-programa-espacial-secreto-dos-eua/


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Crop Circle na Alemanha

Agroglifo (crop circle) encontrado na Alemanha atrai milhares de pessoas

Milhares de turista têm ido até o local para ver os desenhos no campo de trigo do fazendeiro Chrisoph Huttner, em Weilheim.

O agroglifo foi descoberto por um balonista na semana passada e as notícias da descoberta rapidamente se alastraram pela Internet.

Huttner disse para a agência de notícias DPA que não foi ele que criou os círculos, mas sugeriu que foi o trabalho de estudantes que estavam de férias próximos ao local.

O círculo tem 75 metros de diâmetro e contém um padrão complexo.  Milhares de visitantes apareceram para cantar, dançar e até mesmo ‘balançar pêndulos” dentro da gigantesca imagem.

Huttner diz ainda não ter certeza se vai deixar o agroglifo no campo, ou destruí-lo.

Veja as imagens:

Agroglifo descoberto por balonista na Alemanha.

 

Fonte: http://ovnihoje.com/2014/08/01/agroglifo-crop-circle-encontrado-na-alemanha-atrai-milhares-de-pessoas/#ixzz399xd7CkA
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Irena Sendler

Irena Sendler (em polaco: Irena Sendlerowa, nascida Krzyżanowska) (15 de fevereiro de 191012 de maio de 2008), também conhecida como “O Anjo do Gueto de Varsóvia,” foi uma activista católica dos direitos humanos durante a Segunda Guerra Mundial, tendo contribuído para salvar mais de 2.500 vidas ao conseguir que várias famílias cristãs escondessem filhos de judeus no seio do seu lar e ao levar alimentos, roupas e medicamentos às pessoas barricadas no gueto, com risco da própria vida.

Fonte: Wikipédia

Mais informações: http://pt.wikipedia.org/wiki/Irena_Sendler

Irena conseguiu uma autorização para trabalhar no Gueto de Varsóvia, como especialista de canalizações.

Mas os seus planos iam mais além… Sabia quais eram os planos dos nazis relativamente aos judeus (sendo alemã!).

Irena trazia crianças escondidas no fundo da sua caixa de ferramentas e levava um saco de sarapilheira na parte de trás da sua caminhonete (para crianças de maior tamanho).

Também levava na parte de trás da camioneta um cão, a quem ensinara a ladrar aos soldados nazis quando entrava e saia do Gueto. Claro que os soldados não queriam nada com o cão e o ladrar deste encobriria qualquer ruído que os meninos pudessem fazer.

Enquanto pôde manter este trabalho, conseguiu retirar e salvar cerca de 2500 crianças.

Por fim os nazis apanharam-na.

Souberam dessas atividades e em 20 de Outubro de 1943

​​

Irena Sendler foi presa pela Gestapo e levada para a infame prisão de Pawiak, onde foi brutalmente torturada.

Num colchão de palha, encontrou uma pequena estampa de Jesus com a inscrição:

Jesus, em Vós confio”, e conservou-a consigo até 1979, quando a ofereceu ao Papa João Paulo II.

Ela, a única que sabia os nomes e moradas das famílias que albergavam crianças judias, suportou a tortura e negou trair seus colaboradores ou as crianças ocultas.

Quebraram-lhe os ossos dos pés e das pernas, mas não conseguiram quebrar a sua determinação.

Já recuperada foi, no entanto, condenada à morte.

Enquanto esperava pela execução, um soldadoalemão levou-a para um “interrogatório adicional”.

Ao sair, ele gritou-lhe em polaco: “Corra!”.

Esperando ser baleada pelas costas, Irena, contudo, correu por uma porta lateral e fugiu, escondendo-se nos becos cobertos de neve até ter certeza de que não fora seguida.

No dia seguinte, já abrigada entre amigos, Irena encontrou o seu nome na lista de polacos executados que os alemães publicavam nos jornais.

Os membros da organização Żegota(“Resgate”) tinham conseguido deter a execução de Irena, subornando os alemães e Irena continuou a trabalhar com uma identidade falsa.

Irena mantinha um registo com o nome de todas as crianças que conseguiu retirar do Gueto, guardadas num frasco de vidro enterrado debaixo de uma árvore no seu jardim.

Depois de terminada a guerra tentou localizar os pais que tivessem sobrevivido e reunir a família.

A maioria tinha sido levada para as câmaras de gás.

Para aqueles que tinham perdido os pais, ajudou a encontrar casas de acolhimento ou pais adotivos.

Em 2006 foi proposta para receber o Prêmio Nobel da Paz… mas não foi selecionada.

Quem o recebeu foi Al Gore por sua campanha sobre o Aquecimento Global.

Não permitamos que outra vez esta Senhora seja esquecida!!


Passaram já mais de 60 anos, desde que terminou a 2ª Guerra Mundial na Europa.

Este texto será reenviado como uma cadeia comemorativa, em memória dos 6 milhões de judeus, 20 milhões de russos, 10 milhões de cristãos (inclusive 1.900 sacerdotes católicos ), 500 mil ciganos, centenas de milhares de socialistas, comunistas e democratas e milhares de deficientes físicos e mentais e que foram assassinados, massacrados, violados, mortos à fome e humilhados, com os povos do  mundo muitas vezes olhando para o outro lado…

Agora, mais do que nunca, com o recrudescimento do racismo, da discriminação e os massacres de milhões civis em conflitos e guerras sem fim em todos os continentes, é imperativo assegurar que o Mundo nunca esqueça. 

Gente como Irena Sendler, que salvou milhares de vidas praticamente sozinha, é extremamente necessária.

A intenção deste texto é chegar a 40 milhões de pessoas em todo o mundo.

Una-se a nós e seja mais um elo desta cadeia comemorativa e ajudar a distribuí-la por todo o mundo…

Por favor, envia este texto às pessoas que conheces e peça que não interrompam esta cadeia.

“A razão pela qual resgatei as crianças tem origem no meu lar, na minha infância. Fui educada na crença de que uma pessoa necessitada deve ser ajudada com o coração, sem importar a sua religião ou nacionalidade.” – Irena Sendler

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UOL divulga notícia sobre ETs na Copa…

Mesmo que para muitos a notícia possa parecer uma “brincadeira ou uma palhaçada”, ainda assim penso que estamos evoluindo…

O site UOL publicou em seu caderno especial da Copa do Mundo, notícia sobre ETs que estariam acompanhando a copa do mundo em suas naves. Li a matéria e considerei muito boa, pois, pelo menos o site não a levou para o lado de brincadeira ou de chacota, como é comum a mídia fazer quando envolve assuntos dos nossos irmãos planetários.

O texto e o tema da matéria, apresentam que o principal motivo da presença dos extraterrestres, seria a “congregação e a união planetária” que a copa trás para ao planeta; e que os mesmos, os ETs, aprovam a realização do evento, especialmente aqui no Brasil.

Diz ainda que o maior legado que a copa deixará, não será exclusivo do Brasil, e sim ao planeta, que é o “amor e a integração sem fronteiras entre os povos da Terra”.

Que assim seja !!!

Segue abaixo o link da matéria divulgada no UOL…

http://copadomundo.uol.com.br/noticias/redacao/2014/06/25/ets-aprovam-copa-e-veem-jogos-de-naves-em-cima-dos-estadios-dizem-ufologos.htm

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